terça-feira, 18 de outubro de 2011

A mudança e a constância

A máxima filosófica diz "A única constante do mundo é a mudança", mas será que tudo muda ou só se deslocam os argumentos? As relações de trabalho se modificaram? O trabalho para a humanidade tornou-se digno?
Todos sabemos que a escravidão foi abolida em 1888, e embora a prática de atividades escravocratas deveriam deixar de ser aplicadas, elas continuam a ser exercidas em vários trabalhadores. O grande objetivo dos contratadores é conseguir o que almejam sem gastar com mão de obra e para tanto não utilizam correntes, como nos tempos da escravidão, mas sim, o terror psicológico e brutalidades físicas.
A dignidade humana se baseia na integridade de princípio éticos, e com a evolução de mercado de trabalho, novas características serão implantadas: mulheres no poder, globalização, busca da conciliação entre meio ambiente e atividades industriais e etc. O problema se baseia em estimar no que irá prevalecer neste se século XXI, onde a malícia, egoísmo e a ganância imperam. Das duas opções uma será a escolhida: carácter digno ou a busca frenética por conquistas capitalistas de nenhum valor moral.
A única constante no mundo pode ser a mudança. No entanto, certos episódios não se alteram, pois o fundamento é o mesmo e o que varia são as pessoas e o tempo. Por outro lado outras coisas mudam radicalmente, podendo afligir relações sociais, filosóficas e econômicas. Portanto em geral cabe a nós discernir o que é bom e agradável à sociedade em geral para que, principalmente as relações trabalhísticas, sejam bem sucedidas e dignas. 

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